Aumento da produção de leite e bem estar animal: conheça o compost barn



A produção de leite no Brasil vem se tornando uma tarefa cada vez mais árdua e os desafios do setor aumentam cada vez mais. Aliado ao baixo valor de mercado do produto final, o pecuarista leiteiro ainda sofre com altos custos de produção, falta de mão de obra qualificada e pouco capital para investir nas novas tecnologias que já são bastante utilizadas em outros países.


Nesse cenário, muitos produtores vem desistindo da atividade, porém, outros permanecem e buscam alternativas para diminuir os custos de produção e aumentar a produtividade.


Apesar de muito difundido em outros países como, por exemplo, Estados Unidos (onde começou a ser testado na década de 1980), o compost barn ainda é recente no Brasil, mas, tem despertado a atenção de muitos produtores.


Em tradução livre, a instalação poderia ser chamada de “estábulo de compostagem”.


Esse nome, basicamente descreve como o sistema funciona: trata-se de uma área de cama, compartilhada pelos animais, e uma área com uma pista de alimentação.


Uma das vantagens da instalação é o bem estar animal, que está diretamente ligado a melhores índices de produtividade. De forma alternativa ao free stall, nesse tipo de manejo as vacas não possuem local determinado para se deitar, tendo toda a área de cama disponível para descanso, podendo, assim, repousar em posições mais confortáveis.

"Entre as vantagens do compost barn estão a redução de problemas de casco do rebanho, a melhoria da qualidade do leite, com redução da contagem de células somáticas" (EMATER-MG)

Outro ponto positivo é o processo de compostagem constante que acontece na cama onde os animais repousam. O manejo é bem simples: a cama é feita no local indicado, geralmente de materiais como maravalha de madeira, e deve ter profundidade entre aproximadamente 30 e 50cm. Deve ser feito o revolvimento do material pelo menos duas vezes por dia, com o auxílio de uma enxada rotativa e/ou um escarificador. Essa cama permanece no sistema por cerca de um ano e pode ser utilizada na agricultura como adubo orgânico.


Entre em contato conosco! A Agrijúnior elabora esse tipo de projeto e será um prazer trabalharmos juntos rumo à alta produtividade.



     (31) 3899-1894

    Anexo do Departamento de Engenharia Agrícola, sala 208

Universidade Federal de Viçosa 

Avenida PH Rolfs, s/n – Viçosa/MG

CEP: 36580-900

  • whatsapp-logo
  • Preto Ícone Instagram
  • Black Facebook Icon
  • Black LinkedIn Icon